“Doutor, depois da cirurgia eu emagreci… mas acabei recuperando peso.”
Quase sempre dita em voz baixa, acompanhada de um olhar de frustração e culpa.
Mas é importante que você saiba: isso não significa fracasso, nem que a cirurgia ‘não funcionou’. O reganho de peso é uma possibilidade real e acontece com muitos pacientes, por motivos que vão muito além da força de vontade.
E a boa notícia é que existe solução.
Ao longo de 15 anos tratando a obesidade, desenvolvemos protocolos específicos para quem já passou pela bariátrica. Protocolos que levam em conta não apenas o lado físico, mas também os fatores emocionais e comportamentais — que são decisivos nessa jornada.
Porque entendemos que os desafios de quem já fez a cirurgia são únicos. E justamente por isso, merecem um cuidado único também.
Os números reais:
O reganho raramente é sobre “relaxar” ou “falta de força de vontade”.
As causas reais incluem:
Retorno aos velhos hábitos alimentares e ao sedentarismo
Adaptação hormonal do organismo
Mudanças no metabolismo basal
Questões emocionais não resolvidas
Falta de acompanhamento adequado
Retorno gradual ao sedentarismo
A boa notícia? Identificando a causa real, podemos tratar de forma efetiva.
Pacientes operados são únicos. Seu sistema digestivo foi modificado. Sua aceitação da dieta e absorção de nutrientes é diferente. Seus hormônios respondem de forma particular.
Desenvolvemos um método único, baseado em anos de experiência com centenas de pacientes com recidiva da obesidade:
Utilizamos medicamentos modernos, mas com ajustes específicos para operados:
Mestre e Doutor pela
Universidade Federal de São
Paulo. Cirurgião Bariátrico há 15 anos.
Pós-graduando em Nutrologia pela USP.
Membro Titular da Sociedade
Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro da International
Federation for the Surgery of
Obesity and Metabolic Disorders (IFSO)
Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Depende de vários fatores, mas em média nossos pacientes perdem 70-80% do peso recuperado, em 4 – 10 meses.
Sim, mas precisam de ajustes específicos. Ozempic, Mounjaro, Wegovy e similares podem ser muito eficazes quando prescritos corretamente para operados.
Não. O tratamento é diferente, mais focado. Você já tem a ferramenta (a cirurgia), agora vamos fazê-la funcionar novamente.
Com acompanhamento adequado, as chances são mínimas. Mas se acontecer, estaremos aqui. Sempre.
O investimento varia conforme a necessidade. Na avaliação, apresentamos todas as opções e formas de pagamento.
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